Daniel Müller-Schott

FONTE: Blog Liberté.

QUE CELLISTA!!! Daniel toca com a alma. Sua expressividade ao tocar uma canção é inacreditável! Que interpretação! Sempre observem a forma como ela toca, seus gestos faciais e sua entrega. Tudo nele é admirável.

Biografia, fotos e indicações no final da página.

Daniel Müller Schott é cellista de renome internacional, nascido em 2 de novembro de 1976, em Munique, Alemanha.

Estudou com Walter Nothas, Heinrich Schiff e Steven Isserlis e foi bolsista da Fundação Anne-Sophie Mutter. Aos 15 anos de idade causou furor internacional ao ganhar o Concurso Internacional Tchaikovsky de Moscovo para Jovens Músicos. Desde então, apresentou-se em concerto por todo o mundo, sob a direcção de maestros de renome, como Vladimir Ashkenazy, Charles Dutoit, Christoph Eschenbach, Michael Gielen, Alan Gilbert, Dmitry Kitayenko, Andrew Litton, Gianandrea Noseda, Yakov Kreizberg, Michail Jurowski, Kurt Masur, Sakari Oramo e André Previn.

Em poucos anos, Daniel Müller-Schott ascendeu a um lugar de destaque, atuando nos mais prestigiosos palcos mundiais de concerto e cativando as audiências com o seu brilho técnico e profunda emocionalidade. A descoberta de novas obras e a expansão do repertório para o violoncelo é uma das suas principais preocupações, nomeadamente através da escrita das suas próprias transcrições e da interpretação do repertório do século XX e contemporâneo, trabalhando próximo dos compositores.

Colabora com orquestras prestigiadas, como a Sinfónica de Chicago, a Filarmónica de Nova Iorque, a Sinfónica de Boston, a Orquestra de Filadélfia, a Filarmónica de Oslo, a Sinfónica da Rádio de Berlim, a Sinfónica NDR de Hamburgo, a Orquestra Nacional de França, a Orquestra de Paris, a Filarmónica da BBC, a Philharmonia Orchestra, a City of Birmingham Symphony e a Nova Filarmónica do Japão.

Depois de se estrear no Festival de Tanglewood, com a Sinfónica de Boston e o maestro André Previn, foi convidado a atuar de novo com esta orquestra, sob a direcção de Bernard Haitink. Na temporada 2007-2008, atuou no Festival de Roskilde e estreou-se no Festival do Hollywood Bowl com a Filarmónica de Los Angeles. Foi artista em residência no Festival de Mecklenburg-Vorpommern, onde se apresentou em vários concertos e recitais de música de câmara.

Colaborou ainda com a Sinfónica da Islândia, a Orquestra de Câmara da Europa e o maestro Yakov Kreizberg, a Filarmónica de Chicago e Sir Andrew Davis, a Sinfónica de Vancouver e Bramwell Tovey, a Sinfónica de Viena e Yakov Kreizberg, e a Sinfónica Nacional da Polónia e Daniel Raiskin. Acompanhado pela Orquestra de Brabant, sob a direcção de Reinhard Goebel, Daniel Müller-Schott tocou em digressão na Holanda. Na presente temporada, apresenta-se em recital com a pianista Angela Hewitt (Canadá) em Estugarda, Copenhaga, Londres, São Francisco, Lisboa, Vancouver e Bolonha.

Daniel Müller-Schott é convidado regular dos festivais de música internacionais, como os de Salzburgo, Lucerna, Schleswig-Holstein, Rheingau, Schwetzingen, Mecklenburg-Vorpommern, Bath, Ravinia, Vail, Saratoga e Aspen. No domínio da música de câmara, colabora com Anne-Sophie Mutter, André Previn, Julia Fischer, Angela Hewitt, Renaud Capuçon, Robert Kulek, Olli Mustonen, Lars Vogt, Christian Tetzlaff e Jean-Yves Thibaudet.

Gravou uma significativa discografia para as editoras Orfeo, Deutsche Grammophon , Pentatone e EMI Classics. As suas gravações foram selecionadas para o Gramophone Editor’s Choice e Strad Selection e receberam o Prémio da Crítica Discográfica Alemã. Na Primavera de 2008, foram lançadas as gravações dos Concertos para Violoncelo de Chostakovitch, com a Orquestra Sinfónica da Rádio da Baviera e o maestro Yakov Kreizberg.

Encorajar os jovens a compreender o fascínio da música e ajudá-los a usufruir dos seus momentos mágicos é uma das principais preocupações de Daniel Müller-Schott, dedicando-se com grande empenho ao projecto «Rhapsody in School».

Daniel Müller-Schott toca um violoncelo (ex-Shapiro) de Matteo Goffriller, construído em Veneza em 1727.

INDICAÇÕES:

-MÚSICA: (essa música não mostra uma fração de seu virtuosismo, mas ela me agrada muito. Não deixe de pesquisar outras interpretações)

-ÁLBUM:

Pra ser sincero, nunca ouvi desse álbum senão trechos. O caso é que é difícil achar seus CDs, mas esse me parece o melhor.


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